sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Soneto do amigo


Enfim, depois de tanto erro passado.
Tantas retaliações, tanto perigo.
Eis que ressurge noutro o velho amigo.
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado.
Com olhos que contêm o olhar antigo.
Sempre comigo um pouco atribulado.
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano.
Sabendo se mover e comover.
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica.
Que só se vai ao ver outro nascer.
E o espelho de minha alma multiplica...
Enfim, depois de tanto erro passado.
Tantas retaliações, tanto perigo .
Eis que ressurge noutro o velho amigo.
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado.
Com olhos que contêm o olhar antigo.
Sempre comigo um pouco atribulado.
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano.
Sabendo se mover e comover.
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica.
Que só se vai ao ver outro nascer.
E o espelho de minha alma multiplica...

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